Estive pensando em conceitos. Deparei-me com vaidades, princípios, moralismos, éticas e analistas amadores e profissionais.
Não importa tua cor, tua sexualidade, classe social, partido político, religião.
O que importa é o respeito.
Ainda que eu não te ofenda propriamente, sei que não estou livre de ofender indiretamente. Como assim?
A sociedade te cobra postura, e uma série de adjetivos que citei acima e todas as demais existentes.
Se te posicionar contra alguém ou a alguma causa, tu és condenado. Se te omitires, serás apedrejado. Mas há ainda algo que não se discute mais como se não houvesse importância: opinião.
A minha opinião pode, ou não, divergir da tua, da dele, da dela, da deles... enfim. Acredito que desde que não ofendamos o próximo, apenas tendo cuidado ao nos pronunciarmos sobre qualquer questão, ainda está faltando à sociedade saber ouvir a opinião alheia. Ninguém é obrigado a concordar pra ficar "bonito" ou ser aceito.
"Gosto de maçãs e não gosto de peras!"
"Concordo!"
"Discordo!''
Fim de papo.
Temos o direito de ter opinião. Tá faltando respeito às pessoas e aos movimentos e causas. Mas também não podemos ignorar o pensamento de cada um, repito, desde que não ofenda.
Está faltando respeitar a opinião alheia mesmo que não nos agradem.
Falta ouvir apenas. Com elegância diplomática.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Existência
Nunca tive medo de novos desafios, nem das derrotas inesperadas ou inevitáveis. Nem evitei as despedidas depois das vitórias.
Perdendo ou ganhando, tanto faz, só não quero passar nessa vida em branco, silencioso, sem sal...
Não quero jamais ser esquecido, mas melhor que ser lembrado, é ter feito a diferença.
Perdendo ou ganhando, tanto faz, só não quero passar nessa vida em branco, silencioso, sem sal...
Não quero jamais ser esquecido, mas melhor que ser lembrado, é ter feito a diferença.
terça-feira, 11 de março de 2014
Reencontros possíveis
O que digo hoje é tão óbvio mas às vezes não nos damos conta.
Despedidas são dolorosas, misturam felicidades, pesares, desejos de boa sorte, incertezas, decepções de imprevistos e tristezas definitivas.
Sofremos por uma despedida final. Sem volta, sem chance de retorno ou um reencontro casual desacertado.
E nessas horas só nos resta o alento das boas memórias, dos maravilhosos momentos e ensinamentos pela experiência do convívio.
Mas há também a despedida que na sua incerteza, carrega nela a certeza do reencontro, e partir de onde se parou antes. Sair da pausa do tempo que nunca parou.
O melhor que temos é aprender com despedidas finitas e esperar que as infinitas sejam de fato apenas uma fase a cumprir.
Um dia a gente se encontra, um dia, as despedidas serão apenas lembranças ao lado de quem nunca quisemos que fosse embora.
Despedidas são dolorosas, misturam felicidades, pesares, desejos de boa sorte, incertezas, decepções de imprevistos e tristezas definitivas.
Sofremos por uma despedida final. Sem volta, sem chance de retorno ou um reencontro casual desacertado.
E nessas horas só nos resta o alento das boas memórias, dos maravilhosos momentos e ensinamentos pela experiência do convívio.
Mas há também a despedida que na sua incerteza, carrega nela a certeza do reencontro, e partir de onde se parou antes. Sair da pausa do tempo que nunca parou.
O melhor que temos é aprender com despedidas finitas e esperar que as infinitas sejam de fato apenas uma fase a cumprir.
Um dia a gente se encontra, um dia, as despedidas serão apenas lembranças ao lado de quem nunca quisemos que fosse embora.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
À sombra da tua maquiagem
Encerro aqui e não vou te mentir,
quis sim tudo aquilo pra mim:
teus olhares, teus sorrisos, teu meio, teu começo, teu fim.
E cá entre nós, lutar contra o tempo
é tentar enxergar no meio-dia de um verão,
com o primeiro abrir de olhos de um sono profundo
arquitetado pela ressaca de um carnaval, detalhes do sol a olho nu.
A maquiagem que tu tens, faz sombra ao teu sorriso
que rasgava sem graça mas feliz por me ver.
Agora serve de máscara pro teu silêncio apático
na ansiedade de me esquecer sem nunca mais precisar me ver
Eu quis, quero, mas quis. Me diz você.
Sabe bem que te sinto ainda?
Te quero não só a tua madrugada toda pra mim, mas o teu dia inteiro.
O teu perfume ainda está no meu travesseiro.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
E agora, Zé?
E agora, Zé?
A festa acabou mesmo,
mas há uma nova luz,
saí do meio do povo,
a noite pra mim congelou,
e agora, Zé?
e agora, meu camarada?
você que me avisou,
que as coisas iriam mudar,
você que também faz versos,
já sabia do meu atual protesto,
e agora, Zé?
Falou da mulher,
e de um novo curso,
o carinho muda,
mas o amor não morre,
não beba pois tem um bebê,
pare de fumar,
cuide as boas maneiras,
controle o sorriso amarelo,
nada é utópico, nada acabou,
não fuja,
suas ideias não podem mofar,
mas e agora, Zé?
O amor se transforma,
o individual não é mais agora,
Zé, e agora?
Não adianta gritar,
nem dormir sem querer sonhar,
você pode até cansar,
mas a vida tem muito pra mostrar
você aprende, Zé!
Antes esteve sozinho no escuro,
agora abraçado no sorriso mais lindo,
sua vida galopa voraz com mais de um coração,
você marcha, Zé!
Zé, pra onde?
Para o amadurecimento.
A festa acabou mesmo,
mas há uma nova luz,
saí do meio do povo,
a noite pra mim congelou,
e agora, Zé?
e agora, meu camarada?
você que me avisou,
que as coisas iriam mudar,
você que também faz versos,
já sabia do meu atual protesto,
e agora, Zé?
Falou da mulher,
e de um novo curso,
o carinho muda,
mas o amor não morre,
não beba pois tem um bebê,
pare de fumar,
cuide as boas maneiras,
controle o sorriso amarelo,
nada é utópico, nada acabou,
não fuja,
suas ideias não podem mofar,
mas e agora, Zé?
O amor se transforma,
o individual não é mais agora,
Zé, e agora?
Não adianta gritar,
nem dormir sem querer sonhar,
você pode até cansar,
mas a vida tem muito pra mostrar
você aprende, Zé!
Antes esteve sozinho no escuro,
agora abraçado no sorriso mais lindo,
sua vida galopa voraz com mais de um coração,
você marcha, Zé!
Zé, pra onde?
Para o amadurecimento.
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