
A gente se pergunta, mais cedo ou mais tarde: "Por que insisti no erro?".
Às vezes nos julgamos valentes e corajosos, pensamos fazer o melhor pelo fato de arriscar o que muitos não arriscariam, o que nos faz pensar sermos audaciosos, mas depois percebemos que no fim das contas, após perder o melhor que já tínhamos, que não era coragem, era ingenuidade. Imaturidade.
Saí numa viagem exaustiva, deixando para trás o velho coração, ao encontro de um novo. Retornei sem o novo, e com o meu antigo surrado, partido e maltratado.
Quanto ao velho que deixei, estava ferido, mas agora aos cuidados de novas mãos.
Eu não devia ter corrido, devia ter esperado sentado. Só uma vez...só AQUELA vez.
E no fim, eu seria um covarde feliz.
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