Pego minhas malas, o sol e o mar me aguardam.
A movimentação nas ruas lembram uma constante festa
quando eu chegar as ondas irão me abraçar
o sol vai me sorrir
e a brisa com as folhas das árvores brindar...cheguei!
Foi um ano difícil, mas necessário.
Agora tudo que tenho antes do descanso é a estrada.
Esforço pelas malas, mas sorrio ao levá-las.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
O medo por trás da máscara
Parece valente este que se diz desafiante
é fácil falar na multidão
é fácil discordar
e para o demente ansioso, que pense:
Gaste seu "precioso" tempo construindo (se você tem essa capacidade), ao invés de tentar balançar o que já foi erguido com virtude.
Desejo boa sorte a essa alma perturbada.
Livre-se da imaturidade, isso é uma peste. Tenha peito e coloque número e endereço, ao invés de somente "guest".
é fácil falar na multidão
é fácil discordar
e para o demente ansioso, que pense:
Gaste seu "precioso" tempo construindo (se você tem essa capacidade), ao invés de tentar balançar o que já foi erguido com virtude.
Desejo boa sorte a essa alma perturbada.
Livre-se da imaturidade, isso é uma peste. Tenha peito e coloque número e endereço, ao invés de somente "guest".
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Os lados da moeda
Se eu escolher "cara", escolha também
Se eu escolher "coroa", faça o mesmo.
Mas não decida pelo lado oposto
pois com certeza, um de nós sairá perdendo.
Se eu escolher "coroa", faça o mesmo.
Mas não decida pelo lado oposto
pois com certeza, um de nós sairá perdendo.
domingo, 29 de novembro de 2009
O instinto da saudade
Hoje tudo vai ser diferente.
Aliás, EU vou ser diferente. Hoje eu resolvi deixar de lado todo aquele romantismo piegas pra trás e mostrar o homem enfurecido que me tornei com a sua ausência.
Hoje eu vou envolver você nos meus braços de forma rude, pisando nas rosas que te dei há algum tempo atrás e chutando as roupas rasgadas de agora; te deixarei totalmente hipnotizada e apreensiva. Não te deixarei escapar nem por meio segundo, feito um leão que cerca a fêmea no cio.
Te segurarei com artifícios muito além das palavras doces que um dia te proferi, das respirações ofegantes ou o aroma dos nossos corpos que traz no ar o som do pulsar da adrenalina percorrida em cada milímetro da tua epiderme. Te farejando como caçador decidido a abater a presa frágil e relutante, salivando cada vez mais numa aproximação gradual de um triunfo eminente de um animal faminto.
Vou te cheirar, lamber, morder e te fazer gritar num desespero libidinal por mais e muito mais.
Vou descansar no teu seio após o êxtase e dormir feito um macho de qualquer espécie. Cansado e devidamente saciado. Sem espaços para um romantismo ou uma fagulha de carinho.
E ainda assim...
...você vai entender o quanto eu te amo.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
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